sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

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ayamahafz16md

Modelo Yamaha FZ16 de 150 cc que pode servir de molde para a Fazer em 2010

Yamaha: Novidade na Fazer 2011

A Yamaha não divulga, mas é quase certo que a “Fazer 16″, produzida na Índia, sirva de modelo para a próxima moto média da fábrica azul japonesa, substituindo a Fazer 250, para ser futura concorrente do modelo CB 300R, que fez despencar as vendas da Fazer 250, num primeiro momento.

A marca também pode revelar-se com audácia (tomara), lançando mais alguns modelos: uma nova motoneta no lugar da antiga Neo 115; uma custom 250 ou 300 cc; uma 400 ou 450 cc para ocupar o lugar da Falcon e uma 150cc injetada para se situar no mercado das pequenas com mais competitividade.

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Modelo Yamaha FZ16 de 150 cc que pode servir de molde para a Fazer em 2010

Yamaha: Novidade na Fazer 2011

A Yamaha não divulga, mas é quase certo que a “Fazer 16″, produzida na Índia, sirva de modelo para a próxima moto média da fábrica azul japonesa, substituindo a Fazer 250, para ser futura concorrente do modelo CB 300R, que fez despencar as vendas da Fazer 250, num primeiro momento.

A marca também pode revelar-se com audácia (tomara), lançando mais alguns modelos: uma nova motoneta no lugar da antiga Neo 115; uma custom 250 ou 300 cc; uma 400 ou 450 cc para ocupar o lugar da Falcon e uma 150cc injetada para se situar no mercado das pequenas com mais competitividade.

sábado, 30 de janeiro de 2010

2010 não será um ano bom
Essa constatação parte de um pensamento do colunista que aqui escreve e pode, ou não, coincidir com a realidade. Ainda, provavelmente esta análise não possa criar nenhum tipo de diagnóstico.

Alugue um carro!!
Gramadense Autolocadora

CASA DA MONTANHA Ter Estilo é uma Arte
Hotel Casa da Montanha

ALPEN PARK - AVENTURA E ENTRETENIMENTO
Alpen Park

Agora vou explicar, de forma sucinta, como cheguei a esta conclusão.

Num desses longos domingos de se arrastar o chinelo pela casa o dia todo, mais precisamente durante a noite, via o programa de televisão Tele Domingo, um programa interessante que fala sobre assuntos variados do Rio Grande do Sul e que leva o mote “Agora, o Rio Grande passa por aqui”.

Enfim, entre as matérias interessantes que o programa apresentou estava a intitulada Despedida de Casado. Uma atividade que vem crescendo principalmente na capital, onde os separados fazem festa para comemorar uma nova vida, novamente de solteiro, ao invés de se perder em lágrimas e cervejas.

Finalizando a matéria, vinha o comentário da psicóloga:

- Não queremos que as pessoas sejam tristes pelos fatos negativos de suas vidas e, sim, devemos procurar o porquê de essas pessoas não conseguirem manter um relacionamento estável, de confiança, fidelidade e etc.

Ora, pois aí que digo, esta psicóloga parece não entender um ponto vital da humanidade: a evolução. Ela parece estar presa aos ensinamentos freudianos a tal ponto que não percebe que as coisas mudaram.

Qual é o verdadeiro problema de haver uma despedida de casada, se é que há um?

Este saudosismo cego ao passado não nos deixa evoluir em todo o potencial que teríamos para fazê-lo. Por que as pessoas se agarram tanto ao passado? Por que as pessoas não percebem que a cada ano que passa o potencial de crescimento de nosso país e do mundo é cada vez maior?

Se continuarmos com esse pensamento que acompanha os albúns de fotos antigas, que acompanha os pensamentos de Aristóteles certamente poderemos dizer que 2010 não será um ano bom, ou, no máximo, será um ano um pouco melhor que 2009.

Vamos seguir Darwin quando ele preconizou: Acredite na evolução.
Home - Segurança


Eleição 2010: Biometria será usada em 51 municípios

:: Da redação
:: Convergência Digital :: 17/11/2009

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou mais oito cidades brasileiras a realizar o chamado recadastramento biométrico, registrando as impressões digitais e a foto das pessoas aptas a votar. Com isso, chega a 51 o número de municípios onde o novo sistema de identificação do eleitor será usado nas eleições de 2010.

Das oito localidades, quatro ficam em Alagoas: Barra de Santo Antônio, Chã Preta, Jaramataia e Poços das Trincheiras. As outras cidades são Bujari, no Acre, Capanema, no Pará, Candeias do Jamari, em Rondônia, e Pedro Avelino, no Rio Grande do Norte. Segundo o TSE, mais de um milhão de moradores das 51 cidades deverão se recadastrar. Para isso, eles têm que comparecer aos locais definidos pela Justiça Eleitoral, nos dias predeterminados, levando documento de identidade e comprovante de residência.

As outras 43 cidades são: Rio Largo, Branquinha, Igaci, Quebrângulo, São Miguel dos Milagres, Coité do Nóia e Maribondo, em Alagoas; Ferreira Gomes, no Amapé; Pojuca, na Bahia; Eusébio, no Ceará; Viana e Castelo, no Espírito Santo; Hidrolândia, em Goiás; Paço do Lumiar e Raposa, no Maranhão.

Também passarão pelo recadastramento biométrico os eleitores de São João Del Rei, Pará de Minas, Curvelo e Ponte Nova, em Minas Gerais; Pedras de Fogo e Cabedelo, na Paraíba; Ilha de Itamaracá, Itapissuma, Rio Formoso e Tamandaré, em Pernambuco; Piracuruca , no Piauí; Balsa Nova, no Paraná; Macau, Guamaré, Caraúbas, Alexandria, Pilões e João Dias, no Rio Grande do Norte.

Por fim, passarão pelo recadastramento os eleitores das cidades de Canoas, no Rio Grande do Sul; Barra dos Coqueiros, em Sergipe; Nuporanga, em São Paulo; Pedro Afonso, Alvorada, Bom Jesus do Tocantins, Rio Sono, Talismã, Santa
Ao término de cada ano, damos guarida à idéia de que o novo ano será melhor, mais luminoso, mais profícuo.

Novo Ano tivemos ontem, têmo-lo agora, têmo-lo-emos amanhã e depois, depois e sempre.

Novo Ano diz respeito à seqüência natural da vida, ocasião de nos reorganizarmos, raciocinarmos sobre novas e atuais posições, como, por exemplo, melhor aproveitamento do tempo, esse mercado de oportunidades que nos foi concedido para a construção do bem, ótimo ensejo de semearmos o que iremos colher num futuro próximo.

A hora que passa é preciosa demais para que lhe percamos a grandeza. Elaboremos, pois, o nosso calendário e aproveitemos os dias, as horas e os minutos para fazermos o máximo que nos for possível na sementeira do bem.

O tempo é irreversível, não volta mais.

Talvez, por isso mesmo, nos mundos felizes ou nos espaços siderais o tempo seja inexistente e os Espíritos vivam num eterno presente.

O tempo diz respeito a quem está em marcha e percebe que as coisas não são fixas ou permanentes. Eis porque no ser inteligente há ânsia, há busca, há desejo de refazer, recomeçar, repensar, esclarecer dúvidas ou incertezas.

Vive-se ao sabor das surpresas do caminho.

Somos felizes ou infelizes, até o instante em que percebemos a insatisfação ou por ela somos surpreendidos, ou despertamos para a realidade do que efetivamente somos.

Julgamos então ser nosso o equívoco quanto à felicidade que pensávamos haver alcançado, ou concluímos que não éramos tão infelizes quanto supúnhamos, e, nesse sentido, quanto mais imperfeito é o indivíduo, maior é a soma de suas insatisfações e menos estável é a sua felicidade, que é algo que construímos dentro de nós e que nada tem a ver com os bens materiais que são passageiros. A perfeição que buscamos alcançar pelo exercício diuturno do Evangelho conduz-nos direta e ininterruptamente aos gozos eternos e inconspurcáveis do Espírito.

Perder tempo é, pois, obstacular a caminhada no roteiro da Luz.

Ano Novo significa mais um trecho que temos a percorrer em nossa caminhada na Crosta Planetária, uma ótima oportunidade para um balanço total de nossa vida. Isso sugere a idéia de viagem. Quando pensamos viajar, cogitamos logo de preparar a bagagem, pondo tudo em ordem, separando as coisas necessárias para levar. Prevenimos o numerário suficiente para as despesas, enfim, tomamos todas as medidas cabíveis para nos assegurar uma ida e uma volta isentas de embaraços.

O Espiritismo, quando penetra em nossa intimidade, convida-nos a realizar duas grandes viagens:

- A primeira:

- Para dentro de nós mesmos, em busca do autodescobrimento, através do qual conheceremos os equívocos a serem corrigidos e as conquistas salutares a serem ampliadas;

- A segunda:

- Para fora de nós, em busca do outro, dos carentes e necessitados de nosso amor e compreensão que surgem com campo propício para a semeadura das descobertas anteriores.

Diante do ano que está acabando e de um outro que está chegando, deve ser o bem, o amor a nossa meta. A transformação moral definitiva começa no desejo íntimo e concretiza-se na ação renovadora.

Ninguém espere encontrar na vida um mar de rosas; necessário se faz aprendermos a lidar com as nossas emoções e sentimentos.

O desafio, porém, precisa ser enfrentado, mesmo à custa de lágrimas.

A “boa luta”, a que Jesus se referiu, começa na coragem de mergulharmos no imo de nós mesmos, para alcançarmos o nosso propósito: vencer do princípio ao fim, do primeiro ao último dia do Ano Novo, observando uma conduta reta e a mais elevada possível, pensando tão somente no Bem que elegeremos para luz de nosso caminho. O que importa, em essência, não é propriamente a passagem de um ano para outro, coisa que sempre se deu e se dará à nossa revelia, e sim as condições da bagagem espiritual com que entramos no Ano Novo: para que ele seja realmente bom como o concebemos, precisamos renovar-nos.

Muita paz e um 2010 repleto de realizações.
Feliz 2010, assim será! janeiro 17, 2010
Arquivado em: 1 — Patu Antunes @ 11:22 pm

Já faz mais de um mês que não coloco as patinhas aqui. Muita coisa aconteceu e com o agravante que parece que foi ontem. Foi ontem que uma fúria bestial me consumiu (a maldita TPM). Que terminei meu namoro pela quinquilhonésima vez (sem sucesso). Que tomei uma acertada decisão de passar um ótimo fim de ano (e passei). Que peguei um resfriado sossega-leão que me deixou sem um fio de voz (e com isso tive que calar a boca, fato raro).

A farra começou no Natal, com a Aline (amiga de Brasília) de férias aqui. No meio da correria dos trampos, conseguimos ajeitar a casa e fizemos uma ceia descontraída e com MUITA comida e bebida. Um exagero mesmo. Emendamos com cinema, jantar, bar & discoteca… até irmos pra Bilbao (País Basco), dia 29, com mais três amigas. Desembarcamos numa cidade cinza e úmida, cheia de lugares rock’n roll e gente… estranha? esquisita? taciturna?

Bom, nos divertimos assim mesmo. O Guggenheim lá é uma maravilha MESMO, um daqueles “não-lugares” em que você desejaria morar nos seus sonhos. Eu pelo menos adoraria fechar os olhos na minha cama e abri-los voando pelo Guggenheim, sentindo na pele o tato do titânio das paredes-escamas de peixe… ai,ai… É lá que está a aranha gigante da Louise Bourgeois, a instalação do detetive particular que a Sophie Calle contratou pra segui-la nos anos 80 (sem que ele soubesse, claro), os meninos de rua no carnaval do Vik Muniz e o cachorrinho gigante feito de flores do Jeff Koons.

No mais, fomos por aqui e ali procurando lugares para comer (pintxos, pintxos!) e coisas novas pra ver. Nada nos surpreendeu muito… exceto a noite de Ano-Novo, quando achávamos que teríamos festa para a meia-noite. Atenção: em Bilbao TODOS os lugares fecham antes da meia-noite e muitos reabrem depois, à 1h, pra festa. Nós nos informamos mal e demos com a cara na porta. Às 11h45 lá estávamos, cinco mulheres, esbaforidas depois de andar meia hora (por não achar um puto táxi), eu com um sapato um número maior (detalhe: não levamos roupa de “festa”… no dia 31 tivemos ainda a missão de comprar alguma coisinha mais bonita e eu só achei um sapato um número maior… é mole?). Sem festa, sem comida e, principalmente, sem cava (!!) descemos de onde estávamos (tínhamos subido umas quantas escadas) e fomos pra ponte Calatrava, uma dessas futuristas que em Bilbao fica ao lado do Guggenheim. Chegando lá vimos que outros sem-festa também existiam, mas, à diferença de nós, com seus cavas e champanhes em punho. E aí à meia-noite começaram a saltar fogos de artifício por todos os lados… ufa!!! Relaxamos!!! Foi muito bonito começar o ano assim, em cima da ponte, vendo fogos por todos os lados.

Mas, realmente, a surpresa veio depois. Descemos e fomos dar uma volta no “bairro” (que depois soubemos que era o mais ricaço de Bilbao), ver se encontrávamos algum hotel que poderia nos vender uma garrafa de cava até que desse a 1h, hora em que iríamos pra uma festa ali perto. Entramos em um Hesperia com um daqueles recepcionistas com cara de ovo. Mau sinal. Com um tom muito “refinado”, o Sr. Cara-de-Ovo não quis saber de tirar uma mísera garrafa de cava da geladeira do bar para nos vender. Saímos e resolvemos dar uma volta no quarteirão. Um silêncio daqueles… até que a “Taverna Avalon” apareceu. Com duas garotas acordadas dentro!!!!! Fomos correndo como se víssemos o oásis ali mesmo. Um lugar aberto na fria e cinzenta Bilbao na noite de 1º de janeiro!!!!!! Sim, era um oásis. E quase caímos pra trás quando entramos e vimos que eram duas brasileiras!!!!!!!

Bom, daí foi só festa, até 3 da manhã. Dançamos e brindamos umas quinhentas vezes. 2010 estava começando.

(Resto da noite? Fomos pra outra festa, que não teve nada demais – exceto um barman gatíssimo. Tentamos pegar um táxi e acabamos expulsas pelo motorista. Chegamos ao hotel às 8h da manhã. E dormimos até as 18h.)

Ah, coloco abaixo algumas poucas imagens dos acontecimentos:

Esse é o “Puppy”, a escultura de Jeff Koons de 12 metros de altura. Cerâmica, terra e flores. Fofura!!!

Meninas nas patas da mítica aranha de Bourgeois…